A capacidade da energia solar aumentou 50% em 2016

Agência Internacional de Energia (AIE) em última análise e previsão do mercado de energia renovável, constatou que a nova capacidade de energia solar aumentou 50% no ano passado. A China representou quase metade da expansão global. É a primeira vez que as adições de energia solar aumentaram mais rapidamente do que qualquer outro combustível.

O mercado de energia solar fotovoltaica impulsionou as energias renováveis por representarem quase dois terços da nova capacidade de energia líquida em todo o mundo no ano passado, com quase 165 gigawatts (GW) chegando, de acordo com o novo relatório – Renewables 2017. As renováveis continuarão a ter um forte crescimento nos próximos anos. Até 2022, a capacidade de energia renovável deve aumentar em 43%.

Aqui no Brasil estão em andamentos projetos de grande envergadura, com o aproveitamento da energia eólica e da energia solar, uma vez que o país é rico naturalmente nesses recursos. No estado da Bahia a existe 2 usinas fotovoltaicas em em fase de finalização, de geração centralizada, que juntas possuem potência superior a 350 GWp, com uma produção anual estimada de 700 GWh, o suficiente para alimentar quase 400 mil consumidores ao longo de 12 meses. Um dos projetos, inclusive, é um dos maiores da América Latina.

O setor de energia solar está em fase de ganho de competitividade. Segundo Thomas Kraus, diretor geral da Enerray do Brasil, empresa especializada em energia fotovoltaica, subsidiária da SECI Energia da Itália (Gruppo Industriale Maccaferri), os projetos estão mais eficazes e teremos um impacto positivo com a redução do câmbio, uma vez que a indústria ainda depende de importações. “No Brasil, devido ao lento crescimento do setor hidroelétrico, que ainda hoje representa a maior fonte de energia elétrica do país e não consegue suprir a demanda que, em todos os setores tanto industrial quanto doméstico, aumenta a cada ano, os sistemas fotovoltaicos, entre todas as fontes de energias renováveis, são as que apresentam o menor impacto ao ambiente, além disso a geração distribuída apresenta grandes vantagens econômicas.” complementa Kraus.

Fonte: exame.abril.com.br

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